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terça-feira, 20 de julho de 2010

A DOR DOS OUTROS MUITAS VEZES DÓI EM MIM.




Gente, acabei de ligar o computador e ler uma notícia pra lá de triste. A do filho da Cissa Guimarães, que foi atropelado e morreu essa manhã.
Eu não quero nem imaginar a dor que ela está sentindo. Deus me livre, só de pensar me dá uma agonia e a minha primeira reação é afastar esse pensamento.
Uma vez ouví alguém dizer que quando se perde um pai ou uma mãe fica-se órfão, quando perde-se o marido ou a esposa fica-se viúvo(a), mas quando se perde um filho... não existe palavra para se dizer como se fica.
Eu imagino que fica-se um morto-vivo. Eu não sou fâ de Cissa, mas como mãe, deixo meus sentimentos e desejo de que Deus a conforte nesse momento e por todos os seus dias, porque sei que enquanto ela viver essa dor vai estar com ela.

Mudando de assunto, lí o post da minha amiga Débora e realmente as pessoas estão cada dia mais intolerantes.
 Não é possível que a Melzinha faça tanto barulho a fim de incomodar os visinhos ele se darem o trabalho de reclamar ao síndico. Como minha amiga mesmo disse, a Mel nem fica tanto tempo ou tantas vezes sozinha para fazer esse estrondo todo. Na maior parte do tempo a Débora está em casa com ela e ela é tão calminha...
Pôxa pessoal, vamos ter um pouco mais de tolerância com as pessoas e as coisas!
A Mel veio para fazer companhia para minha amiga que tinha acabado de se mudar de Sampa para Curitiba e se sentia muito sozinha. E se tivesse chegado um bebezinho ao invés de um cachorrinho? O bebezinho chora muito, e não tem hora. Será que a minha amiga ía ter que se mudar?

Bom, o resto tá tudo bem.
Beijão à todos e fiquem com Deus