Meu Deus! Eu não sem como mensurar a alegria, a felicidade que estou sentindo.
A emoção que eu sentí hoje quando descí do carro foi tão grande quanto a ansiedade de fazer a prova.
Essa noite eu dormí apenas uma hora. Não conseguia pegar no sono. Tava tão tensa que sentia dores fortíssimas nas pernas, nas costas... nunca tinha sentido nada assim antes.
Mas como pedí para várias pessoas que orassem, rezassem e torcessem por mim, na hora foi bem mais tranquilo do que eu imaginei. Eu sentí toda a energia boa que essas pessoas me passaram e fiquei bem calma (na medida do possível, é claro).
Só eu sei a vergonha que eu sentia cada vez que eu tinha que falar pra alguém que eu não dirigia. Na verdade, algumas vezes eu cheguei até a mentir. Dizia que sabia dirigir, quando na verdade eu não sabia.
Por um lado foi bom entrar na autoescola sem saber dirigir, pois aprendí da maneira certa e correu tudo bem na hora da avaliação.
Era um sonho que eu acalentava pelo menos a metade da minha vida, pois antes de fazer 18 anos eu sonhava em tirar a carteira e agora estou prestes a fazer 36 anos.
Mas quem espera e percevera sempre alcança. Basta confiar em Deus e na sua sabedoria.
Ele escolheu esse momento como o melhor pra mim, e se ele quis assim, eu aceito e agradeço.
Bom, gostaria de agradecer do fundo do coração o apoio que recebí de minhas amigas, da minha famíla, da família do Dí, de minhas filhas e acima de tudo à Deus.
Estou realmente muito feliz e queria muito dividir isso com vcs.
Sabem, eu achava que não ía conseguir. Tinha medo de ter um bloqueio, sei lá, de tanto que eu queria e não conseguia realizar. Sempre era falta de dinheiro (que tinha que vim do Dí), ou mesmo falta de apoio dele ou falta de insistência minha mesmo, sei lá... sei que foram muitos anos desejando, prometendo para mim mesma e para as pessoas que me cobravam que ía tirar essa carteira, mas nunca dava certo.
Pois bem, olha as lições que a vida nos dá: quando me mudei pra Vitória da Conquista eu chorei e me revoltei, mas foi lá que nasceu um dos meus maiores bens desse vida: A Belinha.
Agora que eu estou em Campos, e também não morro de amores, mas vou levar pra sempre essa lembrança: da realização de um sonho: a carteira de motorista.
A lição: esteja onde estivermos devemos sempre lutar e esperar por coisas boas e recebê-las de braços abertos.
Deus está sempre conosco, não importa onde estamos.
Um lindo final de semana à todos.
ESSE ANO ALÉM DE TUDO: SER MÃE, ESPOSA E MULHER, AINDA QUERO SER EMPREENDEDORA, ESTUDANTE E CONSELHEIRA. AH SIM: AMIGA!!!
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sábado, 24 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Ai, meu Deus!!! Tô tão anciosa!!!
Tá chegando o dia da prova. Nem quero pensar nisso... Mudando de assunto.
Bem, aniversário da dona Brasília, a madame mais importante do Brasil: nossa capital.
Sede do governo federal, senado e Câmara dos deputados. Imaginem quantos corruptos num lugar só?!
Eu acho que Brasília deve ser linda (arquitetonicamente falando). Tantas obras de arte à céu aberto. Esculturas funcionais de Oscar Niemeyer. Eu gostaria muito de conhecê-la, mas não de morar lá. Deus me livre! Estou cansada de morar longe de "casa".
Parabéns dona Brasília e felicidades aos povo brasiliense!
O feriado de hoje foi uma chatice, como todos os outros. Ficamos em casa o dia todo, vendo TV. O maridão agora tá trabalhando, e a gente (eu e a Má) estamos aquí no computador, curtindo o calorzão abafado que tá fazendo aquí no quarto.
Um tédio! Mas pelo menos estamos em paz. Vou tentar me consolar com isso.
Se pelo menos amanhã fosse feriado, poderíamos ter ído viajar para Aguaí, matar a saudade da família. Paciência, né!
Beijos e fiquem com Deus
Tá chegando o dia da prova. Nem quero pensar nisso... Mudando de assunto.
Bem, aniversário da dona Brasília, a madame mais importante do Brasil: nossa capital.
Sede do governo federal, senado e Câmara dos deputados. Imaginem quantos corruptos num lugar só?!
Eu acho que Brasília deve ser linda (arquitetonicamente falando). Tantas obras de arte à céu aberto. Esculturas funcionais de Oscar Niemeyer. Eu gostaria muito de conhecê-la, mas não de morar lá. Deus me livre! Estou cansada de morar longe de "casa".
Parabéns dona Brasília e felicidades aos povo brasiliense!
O feriado de hoje foi uma chatice, como todos os outros. Ficamos em casa o dia todo, vendo TV. O maridão agora tá trabalhando, e a gente (eu e a Má) estamos aquí no computador, curtindo o calorzão abafado que tá fazendo aquí no quarto.
Um tédio! Mas pelo menos estamos em paz. Vou tentar me consolar com isso.
Se pelo menos amanhã fosse feriado, poderíamos ter ído viajar para Aguaí, matar a saudade da família. Paciência, né!
Beijos e fiquem com Deus
terça-feira, 20 de abril de 2010
Atualização
Bem, eu até tentei colocar um livro inteirinho aquí, mas cansei de digitar páginas e mais páginas. Também fiquei com medo de ser cobrada dos direitos autorais... E nem sei se alguém leu, pois não tem comentário nenhum.
O assunto é otimo, mas talvez o seja só para mim, então, vou mudar de assunto um pouquinho.
Sexta-feira agora é dia de São Jorge e feriado estadual aquí no RJ. Vai ser assim, quase um feriadão. Quase porque as respartições públicas e os colégios ficarão fechado desde essa quarta-feira até a domingo, reabrindo na segunda. Os bancos fecharão na quarta (21) e sexta (23), mas abrirão na quinta-feira (22). O comércio fechará só na quarta mesmo, abrindo na quinta, sexta e sábado.
Nessa sexta também vai ser a minha prova prática na auto escola. Eu não estou nervosa ainda, porque na verdade, toda vez que me lembro disso, afasto o pensamento pra longe. Nem to pensando nisso. Eu PRECISO e TENHO que passar! JESUS, ME AJUDE, EU IMPLORO!!!
Ontem eu recebí um torpedo da minha mãe e fiquei muito feliz! Acho que estou resolvendo a nossa história na minha cabeça. Tá sendo mais fácil do que eu imaginava, faltava mesmo descobrir o caminho... acho que achei finalmente.
Faltam apenas dez dias para encerrarmos o primeiro quadrimestre do ano, faltando assim apenas 8 meses (ou 2/3 do ano para que este chegue ao fim e fechemos mais um ciclo).
Bom, é mais da metade eu sei, mas esse ano eu espero que aconteça muitas coisas boas. algumas delas dependem de mim, outras não. Uma delas é que em outubro o banco "marca" as férias para o próximo ano, e eu gostaria muito de conseguir marcá-la para janeiro, para poder fazer a festa de 15 anos da Mayara, para não ter que ficar mais de 1 ano sem ir pra Aguaí... pra matar a saudade da mamãe, do papai, de meus irmãos e sobrinhos... de minhas tias e de todos que eu amo tanto.
Pois é, quando forem rezar, peçam essa benção para mim, pois quando falo para o marido para ele pedir as férias ele fica falando que depende do chefe, de não sei o que...
É isso.
Beijão e ótimo feriado à todos.
O assunto é otimo, mas talvez o seja só para mim, então, vou mudar de assunto um pouquinho.
Sexta-feira agora é dia de São Jorge e feriado estadual aquí no RJ. Vai ser assim, quase um feriadão. Quase porque as respartições públicas e os colégios ficarão fechado desde essa quarta-feira até a domingo, reabrindo na segunda. Os bancos fecharão na quarta (21) e sexta (23), mas abrirão na quinta-feira (22). O comércio fechará só na quarta mesmo, abrindo na quinta, sexta e sábado.
Nessa sexta também vai ser a minha prova prática na auto escola. Eu não estou nervosa ainda, porque na verdade, toda vez que me lembro disso, afasto o pensamento pra longe. Nem to pensando nisso. Eu PRECISO e TENHO que passar! JESUS, ME AJUDE, EU IMPLORO!!!
Ontem eu recebí um torpedo da minha mãe e fiquei muito feliz! Acho que estou resolvendo a nossa história na minha cabeça. Tá sendo mais fácil do que eu imaginava, faltava mesmo descobrir o caminho... acho que achei finalmente.
Faltam apenas dez dias para encerrarmos o primeiro quadrimestre do ano, faltando assim apenas 8 meses (ou 2/3 do ano para que este chegue ao fim e fechemos mais um ciclo).
Bom, é mais da metade eu sei, mas esse ano eu espero que aconteça muitas coisas boas. algumas delas dependem de mim, outras não. Uma delas é que em outubro o banco "marca" as férias para o próximo ano, e eu gostaria muito de conseguir marcá-la para janeiro, para poder fazer a festa de 15 anos da Mayara, para não ter que ficar mais de 1 ano sem ir pra Aguaí... pra matar a saudade da mamãe, do papai, de meus irmãos e sobrinhos... de minhas tias e de todos que eu amo tanto.
Pois é, quando forem rezar, peçam essa benção para mim, pois quando falo para o marido para ele pedir as férias ele fica falando que depende do chefe, de não sei o que...
É isso.
Beijão e ótimo feriado à todos.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
CAP 1 - UMA PERGUNTA FUNDAMENTAL
"No monte das Oliveiras, achava-Se Jesus assentado, quando se aproximaram dEle os discípulos, em particular, e Lhe pediram: Dize-nos quando suceserão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século" (Mateus 24:3)
Aproxima-se o supremo momento. A hora crucial em que o amor e a dor se abraçarão. O instante do maior sacrifício, da infinita entrega. O Rei dos reis e Senhor dos senhores, Criador do universo e dono absoluto dos céus e da Terra, descerá aos níveis mais profundos de humilhação. Será crucificado como um pária em uma cruz reservada para os piores delinquentes. Pagará, assim, o preço da redenção humana. E pagará com Seu sangue. Resgatará o homem do poder da morte, trazendo-o à dimenção da vida.
A contagem regressiva da misericórdia já começou. Uma densa nuvem de tristeza e dor se move entre eles como presságio de morte. Eles não o percebem. Talvez os discípulos sejam demasiado humanos para entender as coisas do espírito. O Mestre, sim, tem consciência da solenidade do momento. Em poucas horas, a angústia e a solidão se apoderarão deles e Ele não quer que sofram. Ama-os com um amor incompreensível e infinito. Ama-os até a morte.
O relato biblíco diz: "tendo Jesus saído do templo, ia Se retirando, quando se aproximaram dEle os Seus para Lhe mostrar as construções no templo" (Mateus 24:1). Marcos relata que um dos discípulos Lhe disse: "Mestre! Que pedras, que contruções" (Marcos 13:1). você percebe? A dor está próxima, a hora "h" de aproxima, o destino eterno da humanidade será decidido em poucas horas, e os discípulos estão preocupados apenas com o material: o templo.
O brilho das coisas que podem ser tocadas fascina o ser humano. E, sem dúvida, o templo, com seus enormes pilares de mármore, o ouro dos detalhes interiores e de suas colunas gigantescas, é esplêndido, impressionante. Agradável de ser visto, admirado e tocado.
Vinte e um séculos se passaram e continuamos fascinados pelo que nossos cinco sentidos podem captar. Temos dificuldade para entender a dimensão espiritual da vida. Aproxima-se o momento da glória da Terra, mas somos incapazes de perceber a importância do tempo em que vivemos. A proximidade do evento glorioso dos séculos parece se perder na penumbra da nossa humanidade. Não a vemos. Toda nossa atenção se concentra nas coisas que podemos contemplar com olhos físicos: guerras, violência, terremotos, furacões, o aquecimento global, os dramas sociais, as injustiças. nada mais. Ignoramos a essência do que acontece. Buscamos soluções passageiras e humanas para as trevas que se apoderam do planeta. Ignoramos que, em poucas horas, despontará o sol de um dia eterno.
Naquela ocasião, a resposta de Jesus aos Seus discípulos os deixou perplexos: "Em verdade vos digo que não ficará aquí pedra sobre pedra que não seja derribada" (mateus 24:2). O Mestre fala de destruição. Para construir os valores do espírito é necessária a destruição dos valores da carne. O início do reinado da vida requer o fim do império da morte.
Os discípulos sentem o impacto das palavras de seu Mestre, e começam. a refletir. Se esse fabuloso templo chegar um dia a ser derrubado isso unicamente seria possível com a segunda vinda de Cristo e a conseguente destruição do mundo. Esse pensamento lhes é doloroso. Doí a eles com uma dor que não sabem explicar. Daía na alma, no coração, no mundo interior das emoções, onde estão as feridas que não se vêem. Todas as suas esperanãs estão relacionadas com a glória e o esplendor desse templo. Sonham se ver livres do jugo romano. Aguardam o Messias por muitas gerações. Como agora Jesus lhes diz que esse templo vai ser destruído?
O caminho de Jerusalém ao Monte das Oliveiras é um caminho com sabor de fracasso. Eles deixaram tudo para seguir a Jesus. Aceitaram-nO como o Senhor da vida. Mas Jesus lhes fala de morte, de destruição. Por mais que se esforcem, não conseguem entender.
Naquela tarde lúgubre descem ao vale de Cedrom como se descessem ao coração da Terra. É uma procissão silenciosa e triste. Os discípulos estão perturbados pelo que o Senhor lhes dissera, mas não se animam a Lhe perguntar nada no caminho.
Dos ribeiros de Cedrom sobem até o Monte das Oliveiras. continuam tristes, preocupados. Ao chegar ao monte, algum tempo depois, voltam ao tema da destruição do templo. Abrem o coração a Jesus e mostram sua curiosidade: "Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século" (Mateus 24:3).
Então, o Senhor Jesus lhes desenha um quadro da situação mundial que precederá Seu retorno à Terra. Fala-lhes de guerras, rumores de guerras, terremotos, falsos cristos, perseguição, escassez de alimentos e fome, e todo o tipo de calamidades.
As palavras de Jesus são para eles. Os discípulos serão testemunhas da fúria romana que destruirá o tempo. Parte dos sinais da Mateus 24 se refere ao que aconteceria antes da destruição do templo. Outros, entretanto, anunciam o que acontecerá antes do fim do mundo.
Hoje, a humanidade precisa urgentemente conhecer a mensagem nas entrelinhas dos acontecimentos aterradores de nossos dias. Nada acontece por acaso. Tudo foi escrito e anunciado nas Santas Escrituras. Os sinais da volta de Cristo, presentes na Bíblia, são uma descrição fiel do que acontece em nossos dias. Um retrato do mundo atual e de suas constantes lutas contra os desvarios da própria humanidade e contra a fúria enlouquecida da natureza que não aguenta mais as agressões do ser humano e se rebela, como um potro selvagem, quando tentam lhe roubar seus horizontes infinitos para fazê-lo viver aprisionado.
O que escrevo, a seguir, é uma constatação das coisas que estão acontecendo. Ocorrerão ainda mais à medida que o tempo acabar e nos aproximarmos do fim. É uma mensagem de urgência. A urgência nasce do perigo.. Mas é também uma mensagem de esperança. Esperança de um novo dia e de um mundo novo.
Ao observarmos o que acontece ao nosso redor, percebemos que já é noite em nosso planeta. Noite alta. Noite escura. As trevas que nos rodeiam assustam, mas são a evidência de que o Rei já vem. Não há o que temer. Depois da noite sempre vem o dia. Quando mais densa a escuridão, mais próximo está o novo dia.
Sei, por experiência própria, quão valiosa é a esperança. Precisei dela uma noite, perdido na selva. Agarrei-me a ela como uma tábua de salvação, em um mar revolto. Havia andado o dia inteiro e já estava sem forças. O índio que me acompanhava aconselhou que dormíssemos às margens de um rio.
-Amanhã será outro dia - disse- e o senhor estará em melhores condições. Não vale a pena continuar andando na escuridão.
Paramos. E mergulhamos na noite, com seus ruídos estranhos. Sentia a escuridão nos meus olhos, no ar que respirava, roçando minha pele, como que procurando me intimidar. Há noites tão densas na vida, tão escuras e tão tristes... Noites da alma. Noites da selva. Noites que dão a impressão de ser eternas. Aquela era uma dessas noites.
Quase não dormí. A escuridão me incomodava. Seus ruídos me perturbavam. Sua intensidade me assustava. Não dormí. Observei a noite, soberana, amedrontadora, dona e senhora da situação. Deveriam ser quatro ou cinco da manhã quando perguntei ao guia:
-A noite está ficando ainda mais escura ou é simples impressão minha?
-Não é impressão sua. A noite realmente ficou mais escura, mas não se preocupe. Isso significa que, de um momento para o outro, vai sair o sol.
Dez minutos depois, o sol nasceu. Pude ver seus raios dourados sorrir para mim à distância. Pude desfrutar outra vez sua luz, seu esplendor, sua vida. Estava salvo. Um novo dia havia chegado.
A noite deste mundo desta cada vez mais densa. Há dor, tristeza e morte ao nosso redor. Há injustiça, miséria e fome à nossa volta. Às vezes, dá a impressão de que tudo está perdido. Não é verdade. A noite deste mundo logo vai cessar. O sol de um novo dia já desponta no horizonte. O Senhor Jesus vem nos buscar.
-Venha a mim - Ele nos diz com Sua voz mansa. -Confie em Mim para atravessar as horas de escuridão que ainda restam.
O que você vai fazer? Aceitará seu convite?
A resposta é só sua.
Aproxima-se o supremo momento. A hora crucial em que o amor e a dor se abraçarão. O instante do maior sacrifício, da infinita entrega. O Rei dos reis e Senhor dos senhores, Criador do universo e dono absoluto dos céus e da Terra, descerá aos níveis mais profundos de humilhação. Será crucificado como um pária em uma cruz reservada para os piores delinquentes. Pagará, assim, o preço da redenção humana. E pagará com Seu sangue. Resgatará o homem do poder da morte, trazendo-o à dimenção da vida.
A contagem regressiva da misericórdia já começou. Uma densa nuvem de tristeza e dor se move entre eles como presságio de morte. Eles não o percebem. Talvez os discípulos sejam demasiado humanos para entender as coisas do espírito. O Mestre, sim, tem consciência da solenidade do momento. Em poucas horas, a angústia e a solidão se apoderarão deles e Ele não quer que sofram. Ama-os com um amor incompreensível e infinito. Ama-os até a morte.
O relato biblíco diz: "tendo Jesus saído do templo, ia Se retirando, quando se aproximaram dEle os Seus para Lhe mostrar as construções no templo" (Mateus 24:1). Marcos relata que um dos discípulos Lhe disse: "Mestre! Que pedras, que contruções" (Marcos 13:1). você percebe? A dor está próxima, a hora "h" de aproxima, o destino eterno da humanidade será decidido em poucas horas, e os discípulos estão preocupados apenas com o material: o templo.
O brilho das coisas que podem ser tocadas fascina o ser humano. E, sem dúvida, o templo, com seus enormes pilares de mármore, o ouro dos detalhes interiores e de suas colunas gigantescas, é esplêndido, impressionante. Agradável de ser visto, admirado e tocado.
Vinte e um séculos se passaram e continuamos fascinados pelo que nossos cinco sentidos podem captar. Temos dificuldade para entender a dimensão espiritual da vida. Aproxima-se o momento da glória da Terra, mas somos incapazes de perceber a importância do tempo em que vivemos. A proximidade do evento glorioso dos séculos parece se perder na penumbra da nossa humanidade. Não a vemos. Toda nossa atenção se concentra nas coisas que podemos contemplar com olhos físicos: guerras, violência, terremotos, furacões, o aquecimento global, os dramas sociais, as injustiças. nada mais. Ignoramos a essência do que acontece. Buscamos soluções passageiras e humanas para as trevas que se apoderam do planeta. Ignoramos que, em poucas horas, despontará o sol de um dia eterno.
Naquela ocasião, a resposta de Jesus aos Seus discípulos os deixou perplexos: "Em verdade vos digo que não ficará aquí pedra sobre pedra que não seja derribada" (mateus 24:2). O Mestre fala de destruição. Para construir os valores do espírito é necessária a destruição dos valores da carne. O início do reinado da vida requer o fim do império da morte.
Os discípulos sentem o impacto das palavras de seu Mestre, e começam. a refletir. Se esse fabuloso templo chegar um dia a ser derrubado isso unicamente seria possível com a segunda vinda de Cristo e a conseguente destruição do mundo. Esse pensamento lhes é doloroso. Doí a eles com uma dor que não sabem explicar. Daía na alma, no coração, no mundo interior das emoções, onde estão as feridas que não se vêem. Todas as suas esperanãs estão relacionadas com a glória e o esplendor desse templo. Sonham se ver livres do jugo romano. Aguardam o Messias por muitas gerações. Como agora Jesus lhes diz que esse templo vai ser destruído?
O caminho de Jerusalém ao Monte das Oliveiras é um caminho com sabor de fracasso. Eles deixaram tudo para seguir a Jesus. Aceitaram-nO como o Senhor da vida. Mas Jesus lhes fala de morte, de destruição. Por mais que se esforcem, não conseguem entender.
Naquela tarde lúgubre descem ao vale de Cedrom como se descessem ao coração da Terra. É uma procissão silenciosa e triste. Os discípulos estão perturbados pelo que o Senhor lhes dissera, mas não se animam a Lhe perguntar nada no caminho.
Dos ribeiros de Cedrom sobem até o Monte das Oliveiras. continuam tristes, preocupados. Ao chegar ao monte, algum tempo depois, voltam ao tema da destruição do templo. Abrem o coração a Jesus e mostram sua curiosidade: "Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século" (Mateus 24:3).
Então, o Senhor Jesus lhes desenha um quadro da situação mundial que precederá Seu retorno à Terra. Fala-lhes de guerras, rumores de guerras, terremotos, falsos cristos, perseguição, escassez de alimentos e fome, e todo o tipo de calamidades.
As palavras de Jesus são para eles. Os discípulos serão testemunhas da fúria romana que destruirá o tempo. Parte dos sinais da Mateus 24 se refere ao que aconteceria antes da destruição do templo. Outros, entretanto, anunciam o que acontecerá antes do fim do mundo.
Hoje, a humanidade precisa urgentemente conhecer a mensagem nas entrelinhas dos acontecimentos aterradores de nossos dias. Nada acontece por acaso. Tudo foi escrito e anunciado nas Santas Escrituras. Os sinais da volta de Cristo, presentes na Bíblia, são uma descrição fiel do que acontece em nossos dias. Um retrato do mundo atual e de suas constantes lutas contra os desvarios da própria humanidade e contra a fúria enlouquecida da natureza que não aguenta mais as agressões do ser humano e se rebela, como um potro selvagem, quando tentam lhe roubar seus horizontes infinitos para fazê-lo viver aprisionado.
O que escrevo, a seguir, é uma constatação das coisas que estão acontecendo. Ocorrerão ainda mais à medida que o tempo acabar e nos aproximarmos do fim. É uma mensagem de urgência. A urgência nasce do perigo.. Mas é também uma mensagem de esperança. Esperança de um novo dia e de um mundo novo.
Ao observarmos o que acontece ao nosso redor, percebemos que já é noite em nosso planeta. Noite alta. Noite escura. As trevas que nos rodeiam assustam, mas são a evidência de que o Rei já vem. Não há o que temer. Depois da noite sempre vem o dia. Quando mais densa a escuridão, mais próximo está o novo dia.
Sei, por experiência própria, quão valiosa é a esperança. Precisei dela uma noite, perdido na selva. Agarrei-me a ela como uma tábua de salvação, em um mar revolto. Havia andado o dia inteiro e já estava sem forças. O índio que me acompanhava aconselhou que dormíssemos às margens de um rio.
-Amanhã será outro dia - disse- e o senhor estará em melhores condições. Não vale a pena continuar andando na escuridão.
Paramos. E mergulhamos na noite, com seus ruídos estranhos. Sentia a escuridão nos meus olhos, no ar que respirava, roçando minha pele, como que procurando me intimidar. Há noites tão densas na vida, tão escuras e tão tristes... Noites da alma. Noites da selva. Noites que dão a impressão de ser eternas. Aquela era uma dessas noites.
Quase não dormí. A escuridão me incomodava. Seus ruídos me perturbavam. Sua intensidade me assustava. Não dormí. Observei a noite, soberana, amedrontadora, dona e senhora da situação. Deveriam ser quatro ou cinco da manhã quando perguntei ao guia:
-A noite está ficando ainda mais escura ou é simples impressão minha?
-Não é impressão sua. A noite realmente ficou mais escura, mas não se preocupe. Isso significa que, de um momento para o outro, vai sair o sol.
Dez minutos depois, o sol nasceu. Pude ver seus raios dourados sorrir para mim à distância. Pude desfrutar outra vez sua luz, seu esplendor, sua vida. Estava salvo. Um novo dia havia chegado.
A noite deste mundo desta cada vez mais densa. Há dor, tristeza e morte ao nosso redor. Há injustiça, miséria e fome à nossa volta. Às vezes, dá a impressão de que tudo está perdido. Não é verdade. A noite deste mundo logo vai cessar. O sol de um novo dia já desponta no horizonte. O Senhor Jesus vem nos buscar.
-Venha a mim - Ele nos diz com Sua voz mansa. -Confie em Mim para atravessar as horas de escuridão que ainda restam.
O que você vai fazer? Aceitará seu convite?
A resposta é só sua.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
INTRODUÇÃO
"Ainda lhes propôs uma parábola, dizendo: Vede a figueiras e todas as árvores. Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próxima. Assim também, quando vides acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus" (Lucas 21:29-31)
Moreno, 70 anos, cabelos e barba grisalhos, rosto simpático, tranquilo, e andar pausado. O homem parece um avô carinhoso que leva um presente para seus netos. Pelo menos, isso é o que qualquer um pensaria ao vê-lo caminhar pelas ruas da cidade, vestindo um sóbrio terno escuro e carregando uma pasta preta de couro na mão direita.
A verdade é diferente. O senhor não leva presente algum. Esconde uma bomba em forma de notícia em sua maleta. Uma notícia que revolucionará a opinião pública mundial e provocará as reações mais controvertidas.
Ao circular pelo mundo, o fato fará muita gente pensar que esse senhor está louco. Outras pessoas pensarão qie o homem da maleta preta só está querendo se promover. Afinal, os homens públicos precisam estar sempre em evidência. É da evidência da mídia que vem sua popularidade; é através das notícias que um político se torna conhecido. E Ernie Cambers, senador independente pelo estado norte-americano de Nebraska, é um velho, polêmico e irreverente político.
Às 10:30 da manhã do dia 14 de setembro de 2.007, o senador Chambers entra na Corte do Condado de Douglas, olha para todos os lados, como um garoto pobre que deseja chamar a atenção, e faz a notícia explodir. Abre um processo judicial contra Deus, exigindo que Ele deixe de provocar tanto terror no mundo.
No processo, o advogado afro-americano, que nunca havia exercido a profissão, acusa Deus de ser o causador de todas as "inundações devastadoras, os horríveis terremotos, os terríveis furacões, inúmeras pragas, doenças, ações terroristas, fome, guerras genocidas" e outras tantas catástrofes mundiais que aterrorisam a huminidade.
Por mais inverossímil que possa parecer, o processo judicial que Chambers iniciou contra Deus mostra dois aspectos. Primeiro, a irreverência do homem moderno, tipicamente incrédulo, contra Deus. Em segundo lugar, a preocupação do ser humano pela assustadora realidade de nossos dias. Por algo estranho que está acontecendo neste planeta e só não vê quem não quer ver.
Não é normal a avalanche cada vez mais frequente de catástrofes naturais. Em frações de segundos, cidades inteiras são apagadas do mapa. Milhares de vidas desaparecem. Segundo informações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), se o aquecimento global continuar se agravando como vem acontecendo, um quarto de todas as espécies de plantas e animais da Terra poderá ser extinto até 2050.
Esse mesmo orção assegura que, se todo o gelo da Antártica derretesse, o nível do mar aumentaria aproximadamente 61 metros². Aterrador, se levarmos em conta que um aumento de apenas 6 metros faria submergir Londres, Nova York e todas as capitais próximas ao mar.
O ser humano não pode deixar de se inquietar diante de informações como essas. A ação judicial do senador pode parecer ridícula por causa de seu destinatário, mas é coerente em sua procupação
As previsões de fenômenos atmosféricos que ameaçam a segurança do planeta são cada vez mais assustadoras e pessimistas. Parece que algo saiu de seu eixo. Não é alarmismo. Algo que está fora do controle humano se aproxima. De outro modo, como explicar tantas catástrofes naturais, tanta dor e tanto desespero? Enfim , o que pensar diante de dezenas de inundações, terremotos, furacões, incêndios, vulcões consideratos extintos que entram em erupção depois de anos? Misturando sangue e lágrimas, o ser humano vê pintado diante de si um quadro de terror, desolação e morte.
Por outro lado, atmbém não é normal a confusão existencial que o ser humano tem vivenciado. Ele anda perdido e comete desatinos. Como explicar que pessoas destruam vidas e sonhos com tanta impiedade? porque o ser humano, a mais inteligente das criaturas, é capaz de realizar barbáries como arrastar um menino de apenas cinco anos amarrado a um carro até matá-lo ou sequestrar criaturas inocentes para humilhá-las sexualmente e vender suas fotos ao mundo perverso da pornografia? O que o homem de nossos dias esconde na mistérioso emeranhado de sua mente? Por que algumas vezes ele é fraterno e solidário e outras vezes é tão selvagem e cruel?
Quando um jovem universitário, na flor da idade, dispara indiscriminadamente contra seus companheiros, matando pessoas e sinhos, e, em seguida, põe um ponto final a sua própria vida, é hora de repensar o tempo em que vivemos. Algo anda mal no âmago do coração humano. Parece que o trem da vida saiu dos trilhos e está perigosamente desgovernado, e uma enorme velocidade. Tudo isso é inegável e delorosamente absurdo. Mas é real.
O que leva os jovens a fazer circular bilhões de dólares graças ao consumo de drogas e a alimentar comm esse dinheiro centenas de outros negócios do submundo do crime? O que tanto buscam e não encontram? Por que se autodestroem?
Este livro procura explicar o que existe por trás dessa cortina. Todas as incoerentes ações do ser humano tem explicação. Não são perceptíveis à primeira vista, mas tem razão de ser. O descontrole de uma natureza enlouquecida, as ações perversar do próprio ser humano, as guerras desgovernadas e sem sentido, a fome e tantas outras loucuras são apenas o aparente, o que está à superfície do cenário dos acontecimentos. Mas, atrás das cortinas dos fatos, slgo se aproxima. Inexorável, silencioso, com passos firmes. O simples espectador o desconhece; entretanto, um livro o registrou a muitos séculos.
Jesus disse: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o próximo verão. Assim tambémvós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mateus 24:32,33).
O que "está próximo"? A que Se referia Jesus quando anunciou essas palavras? A resposta a essas perguntas pode mudar o rumo da histéria. De sua história. De suas lutas, seus dramas e tragédias. Da história e do destino das pessoas que você mais ama. A história, enfim, de um conflito milenar, estranho e transcendental. Leia este livro e você verá.
Nota da blogueira: Depois desse livro, os jornais soam muito diferentes pra mim.
Moreno, 70 anos, cabelos e barba grisalhos, rosto simpático, tranquilo, e andar pausado. O homem parece um avô carinhoso que leva um presente para seus netos. Pelo menos, isso é o que qualquer um pensaria ao vê-lo caminhar pelas ruas da cidade, vestindo um sóbrio terno escuro e carregando uma pasta preta de couro na mão direita.
A verdade é diferente. O senhor não leva presente algum. Esconde uma bomba em forma de notícia em sua maleta. Uma notícia que revolucionará a opinião pública mundial e provocará as reações mais controvertidas.
Ao circular pelo mundo, o fato fará muita gente pensar que esse senhor está louco. Outras pessoas pensarão qie o homem da maleta preta só está querendo se promover. Afinal, os homens públicos precisam estar sempre em evidência. É da evidência da mídia que vem sua popularidade; é através das notícias que um político se torna conhecido. E Ernie Cambers, senador independente pelo estado norte-americano de Nebraska, é um velho, polêmico e irreverente político.
Às 10:30 da manhã do dia 14 de setembro de 2.007, o senador Chambers entra na Corte do Condado de Douglas, olha para todos os lados, como um garoto pobre que deseja chamar a atenção, e faz a notícia explodir. Abre um processo judicial contra Deus, exigindo que Ele deixe de provocar tanto terror no mundo.
No processo, o advogado afro-americano, que nunca havia exercido a profissão, acusa Deus de ser o causador de todas as "inundações devastadoras, os horríveis terremotos, os terríveis furacões, inúmeras pragas, doenças, ações terroristas, fome, guerras genocidas" e outras tantas catástrofes mundiais que aterrorisam a huminidade.
Por mais inverossímil que possa parecer, o processo judicial que Chambers iniciou contra Deus mostra dois aspectos. Primeiro, a irreverência do homem moderno, tipicamente incrédulo, contra Deus. Em segundo lugar, a preocupação do ser humano pela assustadora realidade de nossos dias. Por algo estranho que está acontecendo neste planeta e só não vê quem não quer ver.
Não é normal a avalanche cada vez mais frequente de catástrofes naturais. Em frações de segundos, cidades inteiras são apagadas do mapa. Milhares de vidas desaparecem. Segundo informações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), se o aquecimento global continuar se agravando como vem acontecendo, um quarto de todas as espécies de plantas e animais da Terra poderá ser extinto até 2050.
Esse mesmo orção assegura que, se todo o gelo da Antártica derretesse, o nível do mar aumentaria aproximadamente 61 metros². Aterrador, se levarmos em conta que um aumento de apenas 6 metros faria submergir Londres, Nova York e todas as capitais próximas ao mar.
O ser humano não pode deixar de se inquietar diante de informações como essas. A ação judicial do senador pode parecer ridícula por causa de seu destinatário, mas é coerente em sua procupação
As previsões de fenômenos atmosféricos que ameaçam a segurança do planeta são cada vez mais assustadoras e pessimistas. Parece que algo saiu de seu eixo. Não é alarmismo. Algo que está fora do controle humano se aproxima. De outro modo, como explicar tantas catástrofes naturais, tanta dor e tanto desespero? Enfim , o que pensar diante de dezenas de inundações, terremotos, furacões, incêndios, vulcões consideratos extintos que entram em erupção depois de anos? Misturando sangue e lágrimas, o ser humano vê pintado diante de si um quadro de terror, desolação e morte.
Por outro lado, atmbém não é normal a confusão existencial que o ser humano tem vivenciado. Ele anda perdido e comete desatinos. Como explicar que pessoas destruam vidas e sonhos com tanta impiedade? porque o ser humano, a mais inteligente das criaturas, é capaz de realizar barbáries como arrastar um menino de apenas cinco anos amarrado a um carro até matá-lo ou sequestrar criaturas inocentes para humilhá-las sexualmente e vender suas fotos ao mundo perverso da pornografia? O que o homem de nossos dias esconde na mistérioso emeranhado de sua mente? Por que algumas vezes ele é fraterno e solidário e outras vezes é tão selvagem e cruel?
Quando um jovem universitário, na flor da idade, dispara indiscriminadamente contra seus companheiros, matando pessoas e sinhos, e, em seguida, põe um ponto final a sua própria vida, é hora de repensar o tempo em que vivemos. Algo anda mal no âmago do coração humano. Parece que o trem da vida saiu dos trilhos e está perigosamente desgovernado, e uma enorme velocidade. Tudo isso é inegável e delorosamente absurdo. Mas é real.
O que leva os jovens a fazer circular bilhões de dólares graças ao consumo de drogas e a alimentar comm esse dinheiro centenas de outros negócios do submundo do crime? O que tanto buscam e não encontram? Por que se autodestroem?
Este livro procura explicar o que existe por trás dessa cortina. Todas as incoerentes ações do ser humano tem explicação. Não são perceptíveis à primeira vista, mas tem razão de ser. O descontrole de uma natureza enlouquecida, as ações perversar do próprio ser humano, as guerras desgovernadas e sem sentido, a fome e tantas outras loucuras são apenas o aparente, o que está à superfície do cenário dos acontecimentos. Mas, atrás das cortinas dos fatos, slgo se aproxima. Inexorável, silencioso, com passos firmes. O simples espectador o desconhece; entretanto, um livro o registrou a muitos séculos.
Jesus disse: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o próximo verão. Assim tambémvós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mateus 24:32,33).
O que "está próximo"? A que Se referia Jesus quando anunciou essas palavras? A resposta a essas perguntas pode mudar o rumo da histéria. De sua história. De suas lutas, seus dramas e tragédias. Da história e do destino das pessoas que você mais ama. A história, enfim, de um conflito milenar, estranho e transcendental. Leia este livro e você verá.
Nota da blogueira: Depois desse livro, os jornais soam muito diferentes pra mim.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Voltando
Olha, à partir de amanhã vou comecar a postar os capítulos de um livro que ganhei o ano retrasado e que só agora acabei de ler.
Chama-se SINAIS DE ESPERANÇA - de Alejandro Bullón. A editora é Casa Publicadora Brasileira.
Espero que não me cobrem direitos autorais e sim encarem como eu estou encarando: evangelização.
Não aquela falação sobre Jesus e Deus, mas uma boa explicação para fatos rescentes que estão tirando o meu sono e o de muita gente.
Como os capítulos não são muito grandes, vai dá para postar um por dia.
Por favor, leiam!
E que Deus me ajude e abençoe nesse empreitada.
Beijos, fiquem com Deus.
Chama-se SINAIS DE ESPERANÇA - de Alejandro Bullón. A editora é Casa Publicadora Brasileira.
Espero que não me cobrem direitos autorais e sim encarem como eu estou encarando: evangelização.
Não aquela falação sobre Jesus e Deus, mas uma boa explicação para fatos rescentes que estão tirando o meu sono e o de muita gente.
Como os capítulos não são muito grandes, vai dá para postar um por dia.
Por favor, leiam!
E que Deus me ajude e abençoe nesse empreitada.
Beijos, fiquem com Deus.
sábado, 27 de março de 2010
Sábado à noite em Campos :(
Bom, amanhã é aniversário de Campos. Eu não vou comemorar e nem dar os parabéns.
Por que? Porque não gosto daquí, não gosto do povo daquí, não gosto de estar aquí... Na verdade, eu queria é esquecer que Campos existe. Queria nunca ter colocado meus pés aquí (exceto pela carteira de motorista que vai virar realidade aquí) e muito menos ter que morar aquí.
Peço desculpa pelo desabafo às pouquíssimas pessoas que gosto e respeito e que vivem aquí. Devem ser quantas? Umas 5 pessoas me esforçando muito!
Eu tenho fé e espero que esse seja o primeiro e último aniversário da cidade que eu estou aquí.
Bom, o programa para hoje à noite para mim, a Bela e o Dí vai ser ficar em casa curtindo o calor e vendo tv. A Mayara vai à pizzaria com as amigas... pelo menos ela vai fazer algo fora de casa.
Tô feliz porque ela e o Yan voltaram. Ela estava mais triste sem ele, meio sem rumo. É bom porque todos nós gostamos dele. Que bom poder escrever genrinho de novo!
Se eu tivesse uma amiga aquí, a gente poderia se reunir, comer alguma coisa no domingo, tipo assim, juntar panela, como fizemos algumas vezes em Conquista.
Esquece Conquista Elaine! Não dá não. Foram 4 anos, tempo e amor demais para serem esquecidos.
Amanhã é outro dia, graças à Deus.
Pra mim, é um dia a menos que eu tenho que ficar por aquí.
Beijão e ótimo final de semana pra quem pode ter.
Por que? Porque não gosto daquí, não gosto do povo daquí, não gosto de estar aquí... Na verdade, eu queria é esquecer que Campos existe. Queria nunca ter colocado meus pés aquí (exceto pela carteira de motorista que vai virar realidade aquí) e muito menos ter que morar aquí.
Peço desculpa pelo desabafo às pouquíssimas pessoas que gosto e respeito e que vivem aquí. Devem ser quantas? Umas 5 pessoas me esforçando muito!
Eu tenho fé e espero que esse seja o primeiro e último aniversário da cidade que eu estou aquí.
Bom, o programa para hoje à noite para mim, a Bela e o Dí vai ser ficar em casa curtindo o calor e vendo tv. A Mayara vai à pizzaria com as amigas... pelo menos ela vai fazer algo fora de casa.
Tô feliz porque ela e o Yan voltaram. Ela estava mais triste sem ele, meio sem rumo. É bom porque todos nós gostamos dele. Que bom poder escrever genrinho de novo!
Se eu tivesse uma amiga aquí, a gente poderia se reunir, comer alguma coisa no domingo, tipo assim, juntar panela, como fizemos algumas vezes em Conquista.
Esquece Conquista Elaine! Não dá não. Foram 4 anos, tempo e amor demais para serem esquecidos.
Amanhã é outro dia, graças à Deus.
Pra mim, é um dia a menos que eu tenho que ficar por aquí.
Beijão e ótimo final de semana pra quem pode ter.
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